Fonte: Correio Braziliense
Por Antonio Temóteo

Plataformas oferecem serviços de monitoramento de pragas, de clima, de gerenciamento de lavoura, garantindo aos produtores ganhos de produtividade e economia com custos de produção

Celeiro do mundo, o Brasil passa por uma transformação silenciosa. Conhecido internacionalmente como um dos principais exportadores de commodities do planeta, o país tem a oportunidade de passar a ser o maior provedor de tecnologia e inovação do agronegócio, por meio das agtechs, as startups criadas para potencializar a produção rural. Dados da AgTech Garage apontam que existem pelo menos 200 plataformas espalhadas por todo o território nacional que oferecem serviços de monitoramento de pragas, de clima, de gerenciamento de lavoura, garantindo aos produtores ganhos de produtividade e economia com custos de produção.

Assim como as fintechs têm transformado o sistema financeiro e amedrontado os bancos tradicionais, as agtechs têm levado as principais empresas do agronegócio a mudar de perfil. O setor ganhou destaque em 2013, quando a gigante norte-americana de biotecnologia e agricultura Monsanto comprou a companhia de análise e gerenciamento Climate Corporation por US$ 930 milhões. Entre 2014 e 2017, as startups agrícolas movimentaram pelo menos US$ 14,6 bilhões, conforme dados da AgFunder, uma plataforma on-line de capital norte-americana.

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