Contribuir para a formação teórica e prática dos médicos e profissionais da saúde, a partir dos recursos da Realidade Virtual e da gamificação, é a proposta da MedRoom, startup brasileira criada por Vinicius Gusmão e Sandro Nhaia, que fornece um novo centro de apoio tecnológico para o ensino na área.

Por meio da MedRoom, o usuário tem uma experiência imersiva e “viaja” virtualmente pelo corpo humano e tem à disposição recursos que permitem analisar profundamente a anatomia e a fisiologia, visualizando cada órgão ou estrutura para entender as correlações entre eles. Ao invés do mundo dos videogames, a realidade virtual é aplicada em situações reais de treinamento, complementando a formação do profissional.

Para que os estudantes possam ver a estrutura anatômica do corpo humano de forma realista e interagir com órgãos e sistemas, a MedRoom conta com visualização do corpo humano em 3D; visualização e seleção de sistemas do organismo individualmente (pele, músculos, sistema linfático, cardiovascular, nervoso, respiratório, reprodutivo, urinário, digestório e esquelético); visualização e seleção individual de órgãos; além de ferramentas que permitem pegar, girar, redimensionar e cortar.

A meta é que a plataforma ofereça, pelo menos, 25 procedimentos médicos diferentes para que os alunos de Medicina e de outras áreas da Saúde, possam praticar durante sua formação básica, atendendo tanto os cursos de graduação como as especializações. A equipe da MedRoom é formada por artistas 3D e desenvolvedores de jogos, que contam com a consultoria de médicos e professores de diferentes especialidades médicas.

O projeto começou em 2015, com investimentos realizados pelos idealizadores Vinícius e Sandro e, atualmente, a MedRoom está incubada no Ertz.bio, centro de inovação e empreendedorismo do complexo de saúde e da universidade do Hospital Albert Einstein, onde está em uso e aprimoramento.  Outros centros de ensino que já têm o laboratório virtual estão: a Faculdade Pernambucana de Saúde, a Faminas e a Unifaminas.

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