Fonte: Estadão
Por Anne Warth e Andreza Matais

Aquino diz que, a partir de 2021, 5G estará disponível nos grandes centros urbanos.

Segundo relator do leilão na Anatel, metade desse valor deve ir para investimentos e a outra metade para o governo; para o conselheiro, a expansão da tecnologia terá de levar em conta a realidade de cada lugar do País

Previsto para março de 2020, o leilão de frequências para a quinta geração da telefonia celular (5G) deve movimentar cerca R$ 20 bilhões, segundo o conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Vicente Aquino, relator do edital no órgão regulador. Desse total, R$ 10 bilhões devem ir para o caixa do governo.

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Aquino explica que, quanto mais obrigações de investimento para cumprimento de políticas públicas forem colocadas para as empresas, como cobertura em áreas mais afastadas, menor será a arrecadação. Um dos problemas que devem ser tratados no edital do leilão é o das antenas parabólicas, presentes em 19 milhões de casas e que sofrem interferência de sinal na faixa de 5G.

Aquino defende que o edital preveja uma solução para que essas residências não fiquem sem sinal de TV. A proposta para a próxima geração da infraestrutura de dados móveis foi colocada em audiência pública neste mês. A ideia é que o 5G, que pode revolucionar a indústria e as relações entre consumidores e máquinas, esteja disponível nas grandes capitais a partir de 2021.

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