Fonte: Darft

Arthur, criador do Jovens Hackers, cercado de alunas de Paraisópolis: programação na e para a periferia

Gerar renda e conhecimento na periferia, com professores da periferia e para alunos da periferia. É esse o objetivo do jornalista, programador e educador Arthur Gandra, 29, que em outubro de 2016, com a criação da empresa Jovens Hackers, encontrou uma maneira de empoderar crianças e jovens por meio do aprendizado de programação e ser remunerado fazendo aquilo que acredita. “Quero disseminar o ensino de programação, robótica e cultura maker com a mesma qualidade das grandes escolas do setor, mas com mensalidade acessível e presença nas periferias”, diz, e prossegue: “Todas as escolas que fazem um trabalho parecido com o nosso estão em regiões nobres de grandes capitais. O Jovens Hackers foi criado por e para jovens da periferia.”

Parte da inspiração para sua jornada veio do exemplo de um colega que, na época em que Arthur era estudante de jornalismo, lançou um livro e destinou toda a renda obtida para a universidade onde estudara como forma de retribuir pelos anos de aprendizado. A iniciativa fez com que refletisse sobre a questão do privilégio no ensino. “Tenho duas formações, uma técnica e outra superior, ambas pagas inteiramente com dinheiro público.”

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